domingo, 25 de setembro de 2011

ELENIN OU NIBIRU?


Resisti até cinco minutos atrás a redigir sobre este tema. São fotos e matérias demais, blogs, sites, fóruns, especulação demais – considerei - para que eu também queira dar o meu pitaco. Até porque meu enfoque se prende à perspectiva espírita, e a razão é evidente: a inevitável comparação do famoso cometa, ou seja lá o que for, com o planeta Nibiru, anunciado por profecias e aguardado com ansiedade para estes tempos turbulentos em que vivemos.
 Efetivamente, consta em obras espíritas como Exilados da Capela, de Edgar Armond e A Caminho da Luz, do espírito Emmanuel, psicografia de Chico Xavier, menções a acontecimentos semelhantes em outros quadrantes cósmicos, de exílio em massa de espíritos de um para outro orbe primitivo em épocas críticas, bem como noutros volumes a previsão da proximidade, para os tempos atuais, de um corpo celeste de padrão vibratório denso, que haveria de magnetizar para o seu bojo, gradativamente, no decorrer das desencarnações sucessivas ao longo dos anos, aqueles dentre nós que, ainda involuídos no âmbito espiritual e da moralidade cósmica, se sintonizassem espontaneamente com o habitat ainda primitivo deste corpo celeste.

Ontem acessei dois vídeos dos palestrantes Alexander Retrov e Krystal. Como seria natural, diante do enfoque utilizado ante uma plateia restrita de algumas pessoas em estado de pasmo na Austrália, espantei-me até onde pude no primeiro momento. Porque dividiram o tema em duas partes. A primeira, abordando o aspecto estritamente material do caso (vide links no final do artigo): as catástrofes crescentes para daqui até novembro, afirmando sem cerimônia ser o astro nada menos do que Nibiru! Na segunda parte, Krystal nos convida às considerações mais amenas (e, ao meu ver, mais válidas) sobre como isolar nosso medo, agindo em função de quem de fato somos no nosso Eu mais elevado, o Amor incondicional.

Acontece que, após o susto, e ter que admitir, após algumas pesquisas no Google, que em cada data mencionada de alinhamento do astro com o sol ou a terra houve mesmo um terremoto ou cataclismo (vide o do Japão, exatamente em 16 de agosto último), nas horas seguintes fui considerando sobre se era coisa produtiva, assim, em cima da hora, dois palestrantes abordarem deste modo impactante um tema tão controverso, aconselhando enfim as pessoas a fazerem buracos no chão e estocarem água e alimento (já que afirmam que o sistema financeiro mundial, de setembro em diante, literalmente irá rachar!), diante de gente visivelmente vulnerável, leiga sobre o assunto, e sabe-se lá até que ponto preparada emocional e psicologicamente para filtrar com a devida racionalidade a informação, e reagir de acordo.

Lembremo-nos, amigos, que devido a um contexto parecido anos atrás houve um episódio catastrófico de suicídio coletivo por pessoas que acreditaram piamente na velha e recorrente ameaça do "fim do mundo"!

Há, indubitavelmente, e principalmente na posição de formadores de opinião, que se ter cautela com o perfil espiritual de cada ser que nos procura em busca de informação, porque o simples afã de se "contar a verdade que não está sendo dita" - e nem ao menos se pode afirmar com segurança que esta é, de fato, a verdade final! - não justifica que se moleste indiscriminadamente o universo emocional das pessoas, para o que talvez não se vejam preparadas para enfrentar com serenidade. E isto, considerando-se a veracidade integral das notícias anunciadas; que se dirá, então, de fatos a respeito dos quais, arrisco mesmo a afirmar, nenhum dos expositores e debatedores ao  redor do mundo tem a resposta final, para assegurar a quem quer que seja o que, de fato, é Elenin, ou o que ocorrerá realmente durante o período de sua influência magnética no nosso sistema solar!

Que Elenin existe, existe. Que coincidem seus alinhamentos planetários com as datas dos eventos catastróficos desde o ano passado, isto é fato, e pode ser pesquisado e comprovado por qualquer um de nós, mais interessado. Que, também, há coincidências inegáveis entre a história deste cometa e o contado pelo interessante filme Impacto Profundo, exibido nos idos de 1998, basta conferir para se atestar a evidência. Mas daí, meus queridos, a se noticiar, a partir destes fatos isolados e ainda isentos da liga definitiva, que a partir de 26 de setembro, segunda-feira, o planeta Terra, nosso lindo mundo azul, vai rachar ao meio, e de resto em meio a uma disputadíssima guerra entre reptilianos e os da quinta dimensão que tentam nos salvar... é forte! Bem como, também a partir disso, se assegurar que toda canalização feita com Ashtar Sheran e outros seres das dimensões superiores não passa de um comunicado do próprio eu superior de cada canalizador, e que tudo isto é ilusão, é arriscar demais num território de domínio para além das realidades restritas de nossas percepções neste mundo!

Há, sim, na longa palestra, a única menção que considero de todo sensata: à atuação soberana da lei de causa e efeito, o que vem depor contra toda a ideia mal formada das realidades do Karma e de punição e castigo divinos. Devemos, sim, compreender que nos situaremos mais à frente, com ou sem fim do mundo, segundo nossas mínimas escolhas de cada minuto!

De fato, se o mundo está a bagunça generalizada que observamos na atualidade, apresenta-se não mais não menos que com o panorama resultante de nossas próprias diretrizes. Ruas sujas por causa da pouca educação de uma população. Países em guerra pela razão aparentemente simplista de não conhecerem ainda, os dirigentes dos povos, soluções mais sábias e menos agressivas para a resolução de todos os problemas. Ar poluído, mentes adoecidas em violência e horror, por ter se viciado uma humanidade inteira a banalizar o valor da vida existente em toda a manifestação do Criador no planeta!

E obviamente, por sintonia, isto traz consequências de impacto crescente.
 Portanto, a meu ver, não nos importa mais aqui, nesta hora crítica, ser ou não ser o visitante celeste, que tanta celeuma vem causando na ebulição virtual do nosso cotidiano diminuto ante as grandiosidades cósmicas, Nibiru, uma anã marrom, um asteroide ou uma nave tripulada sucedida de tantas outras a caminho de algum impacto de ordem material ou social insuspeitados pelos nossos povos. Interessa, sobretudo - e isto mais de perto, tanto a leigos quanto aos entendidos dos temas Nibiru/Elenin - conhecer melhor a respeito de nosso atual estado íntimo. Nós mesmos!

O que andamos construindo paulatinamente para nós? Eis o que nos situará no bom ou mal capítulo seguinte, com ou sem "final dos tempos"!

 
http://www.youtube.com/watch?v=4hKnUKUGYkg&feature=player_embedded http://www.youtube.com/watch?v=fBcBWLe166A&feature=related

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Lançamento do livro "ECOS NA ETERNIDADE"


Esther conheceu algumas de suas reencarnações, após desencarnar na época da Segunda Guerra Mundial, nos campos de concentração de Auschwitz, depois de ser brutalmente separada dos pais e dos irmãos.

Em ECOS NA ETERNIDADE, o espirito Tarsila, pela psicografia de Christina Nunes, convida-nos a um aprendizado na espiritualidade sobre como podemos refazer nossos caminhos a fim de conquistar a autêntica felicidade no futuro.

Um lançamento da Lúmen Editorial

Seção de autógrafos com a médium Christina Nunes no dia 03 de setembro de 2011, às 18 horas, na XV Bienal Internacional do Livro no Rio de Janeiro, Rio Centro, Pavilhão Verde, stand da ADELER - Editoras Espíritas Reunidas.

Compareçam!

sábado, 20 de agosto de 2011

DESAPEGO...

DESAPEGO...

Quando lá ia eu toda contente com o meu novo horário de trabalho, entrando pela manhã e saindo à tarde, vai a Justiça e revê as suas determinações, devolvendo-nos à velha rotina de se entrar às onze da manhã e sair às seis ou sete horas da noite!

Não me pegou tão despreparada, nem me deixei arrebatar por inconformação, porque já faz tempo que a vida me conduziu à sábia aplicação daqueles refrões da legendária canção de Lulu Santos: "Nada do que foi será / de novo do jeito que já foi um dia / Tudo passa, tudo sempre passará / A vida vem em ondas como o mar, num indo e vindo infinito / Tudo se vê não é / de novo do jeito de há um segundo / Tudo muda o tempo todo no mundo / Não adianta fugir / nem mentir pra si mesmo agora / Há tanta vida lá fora / aqui dentro, sempre / Como uma onda no mar!

Desapego, meu caro leitor ou leitora! Como nos é útil, e ao mesmo tempo tão difícil em muitos momentos! E em relação a mais coisas do que talvez você imagine!

Imprescindível esta concientização, para adotarmos um modo de se viver mais leve!

As mudanças, por vezes bruscas, nas circunstâncias de trabalho! As guinadas familiares. As transformações naturais que arredam para longe de nós pessoas e situações confortáveis às nossas comodidades e preferências...

O amigo que se foi. O parente que fez a passagem... A mudança de comportamento gradativa nos nossos filhos... As modificações diárias, imperceptíveis, no nosso próprio corpo e temperamento, conduzindo-nos paulatinamente, da infância à juventude, e daí à maturidade e à velhice...

Como ficaremos, se nos apegarmos ferrenhamente à coisas, pessoas, e às características transitórias de momento?

E de que nos adiantará, eu lhes pergunto, meus amigos, este esforço?!

Será o mesmo que se tentar reter o ar entre os dedos!

Sem que nos apercebamos, o apego é um dos fatores desencadeadores de sofrimento mais recorrente! Porque nos apegamos a objetos, pessoas e condições! Enchemo-nos de verve para proclamar que somos isto ou aquilo, ou que temos isto, aquilo, ou alguém... Nomes e títulos.

Circunstâncias!

E então, as ondas impetuosas da vida nos colhem de improviso, de tempos em tempos, arrastando para longe tudo aquilo que tomávamos como sustentáculo, como identidade e referência de vida, emprestando-nos a sensação de que nos falta o chão!

Os títulos, dadas vezes os perdemos, ou eles mesmos se esvaem, de si, de importância ou utilidade. As pessoas ficam durante um tempo por perto e depois se vão, de um ou de outro modo: por vontade própria ou do destino, pela passagem da morte, pelos lances ocasionais que as situam longe de nós.

Objetos se desgastam, se quebram, ou se perdem. Posses mudam de feição ou de mão. O carro vai para outro, a casa é herdada por aquele, ou nos mudamos dela. Pessoas novas chegam, outras se vão. O dinheiro "quica" em nossas contas bancárias, para logo depois se transmudar em pagamento de contas ou em compras de mercado, que logo são consumidas e somem...

Finalmente, apegamo-nos a nossos nomes, famílias, e países. Mas, quantos nomes já tivemos, com quantas famílias convivemos, e em quantos países reencarnamos durante o percurso pela eternidade?!

O ser humano comete o erro temerário de visão de se considerar intrinseca e definitivamente branco ou negro, pardo, brasileiro, paulista ou ingles, e nunca lhe ocorre que o limite inexorável destas referências de identidade, às quais tanto se apega, e que lhe deveriam funcionar não mais como utilitarismo de momento, é o túmulo!

Sim! Eis o fatal divisor de águas, a partir do qual desaguamos na realidade mais autêntica de nós mesmos e de tudo!

Somos cidadãos universais! E, em nosso belo planeta azul, deveríamos nos considerar não muito mais ou além de meros habitantes de uma mesma raça planetária: a raça humana!

Tudo o mais, leitor e leitora amiga, são fogos fátuos, que nos hipnotizam durante um momento mais ou menos breve, emprestando-nos a ilusão de posse e de permanência, para, nalgum momento inevitável logo ali, se esvair de nossas vistas e alcance, sem apelação!

Não quero significar com estas assertivas que devemo-nos imbuir de frieza e isenção de sentimentos para com a nossa situação, e para com aqueles que nos acompanham, porque todo este contexto de coisas, fatos, paisagens e pessoas representam valioso presente da Vida com que interagimos em compasso de evolução conjunta. Merecem, sem margem a dúvidas, reverência!Amar ao próximo como a si mesmo, e a Deus sobre todas as coisas!, já nos asseverava o Cristo com esta máxima, que é o próprio mantenedor do equilíbrio da Vida no Universo! Todavia, não se deveria jamais confundir amor com posse. Em princípio, porque não somos donos de nada nem de ninguém, e mais cedo ou mais tarde descobriremos esta verdade, pelos caminhos da dor ou da sabedoria!

A mãe, ou os filhos, maridos e esposas, quem seja... um dia se vão! Então, procuremos amá-los na sua presença ou na sua ausência, mas de forma sábia: reverenciando-os, naquele recanto sagrado de nossos corações! Compreendendo-os, o mais possível. Convivendo de maneira harmoniosa, e auxiliando-os - mas sempre compenetrados da necessidade de isentá-los de possessividade doentia, e de se entender de que são, eles, como nós mesmos, filhos da Vida! Vida concedida por este mesmo Criador dos mundos, porque é para Ele que todos somos destinados!

As situações, as contingências, bons e maus momentos, vêm e se vão. Deixemos que partam, sem maiores dores ou constrangimentos. Sejamos agradecidos. Certamente, nos legaram a sua cota preciosa de amadurecimento...

Amigos ou amores nos deixaram, desapareceram nas curvas do longo caminho? Foi um aprendizado mútuo. Irradie o seu carinho, a sua gratidão! Quase certo que um dia a Lei da Sintonia nos reunirá novamente, para instantes de alegria e efusões de afetividade! Mas, por enquanto, os caminhos da liberdade e do livre-arbítrio nos reservam novas lições. Renovadas oportunidades de crescimento e de aprendizado!

E isto vale, meus queridos, tanto para os que nos deixam para a continuidade da vida noutras esferas ou dimensões, quanto para coisas, fatos, situações, condições passageiras de agora. Não somos nada definitivo, não temos nada em definitivo.

A Vida nos empresta tudo! Mas a única coisa que permanece é esta mesma Vida em nós, em forma de consciência!

Viemos sem nada a este mundo; e, na despedida dele, carregaremos apenas a nós mesmos! Mas não os nossos nomes, profissões, posses e títulos! Isto de nada nos serviria nos parâmetros radicalmente diferentes nos quais seremos chamados a viver. Devolveremos a este mundo o que este mundo nos emprestou!

Carregaremos, quando muito, o que somos, em essência. O tanto que dedicamos e continuaremos dedicando em contribuição à Luz da Vida. Quando muito, talvez preferências sutis, mas também passageiras. Afinidades pessoais, que tendem a se modificar, ou a se expandir!

Nossas atitudes, sentimentos e iniciativas nos situarão no palco do capítulo seguinte. Eis tudo!

Não somos, não temos, nem retemos nada, meus amigos - num universo onde, eterna e paradoxalmente, o Criador nos herda com tudo!


terça-feira, 16 de agosto de 2011

SE FOR PARA O BEM...

campo

"Se for para o bem, acontecerá..."

Ouvi de minha cunhada esta frase algumas vezes, e nunca a esqueci, porque contém, em poucas palavras, muita sabedoria.
Hoje, voltando do trabalho, após um período longo de agitação, reparei que o céu já escurece mais tarde.

É sempre assim, pontualmente, na segunda quinzena de agosto. A Terra prossegue no seu rodopio solene. A estação, devagarzinho, vai mudando, e nos aproximamos um pouco mais da primavera. Aparecem os cupins voando em volta das luzes noturnas dos postes.

Dá uma sensação boa, isto. Sensação de renovação, de novo fôlego, após o longo intervalo que vai do outono ao inverno, no qual as árvores enregelam, perdem as suas folhas, e os jardins ficam sem flores. E nós, de certa forma enregelamos junto. Deixamos cair, também, algumas de nossas "folhas"... Planos que não vingaram. Acontecimentos difíceis, ríspidos, que desejamos esquecer. E desafios que, não sei porque, para um bom observador, costumam nos colher em cheio sempre e justo nesta mesma época do ano.

Casacos, frentes frias, zelos com a saúde contra as intempéries e as rajadas geladas impiedosas quem investem, vindas do sul. Tiritamos junto com as árvores e com a natureza, e não apenas por sentir frio. De um certo ponto de vista, há um contexto mais árduo para muitos, neste período do ano em que o calor do sol barganha com a dispensação dos seus raios sedativos!

Não deve ser por um acaso.

Sempre que vai se encerrando um inverno, ensejam-se reflexões preciosas sobre a capacidade de restauração inerente à vida que se agita em tudo, como em todos nós. Os primeiros calores da proximidade da primavera podem encher de novo alento os mais sensíveis, que pressentem, nisso, o poder de transcendência constante inerente à natureza e a nós mesmos, regenerando e revitalizando todas as coisas, acima das cinzas do que se foi.

Dias mais longos. Luz! Ânimo renovado, após os dias mais escuros!
 

Ressurreição de nós mesmos, sobre os embates e os desafios. Nesta época, tudo parece se revestir de nova luz! Pois prosseguimos, apesar e além dos meses de frio, com os seus dilemas e canseiras. E, não obstante de dentro da sempiterna continuidade investindo sem parar novos fatos e acontecimentos, nos descobrimos ainda aqui! Conscientes! Inteiros!

Sim; somos nós, aqui e sempre! Com outras roupas e idéias. Com outro ânimo, e certamente mudados, quanto a uma série de quesitos e ao que éramos no primeiro semestre. Ainda com dúvidas e perguntas sem respostas.
 

É da Vida!

Mas prosseguimos, agora! Aqui!

Não há como nos iludirmos quanto a esta verdade: a busca, as perguntas, os desafios, continuarão, sempre. Porque o aprendizado é eterno. Todavia, aprendemos também que qualquer ansiedade a mais quanto a isto será inevitável fator gerador de angústia. A renovação dos ares primaveris, com suas novas luzes e cores, e com o aconchego de dias mais quantes, nos colherá, inevitavelmente, com outras questões.

Atingirei meus objetivos? Fiz tudo como devia? Ou não deveria ter falado ou agido daquela forma? Deveria mudar de pareceres ou de atitudes quanto àquele pormenor? E agora, como me posicionar diante destas mudanças que não estavam programadas? Esquecer ou não esquecer uma ofensa? Revidar? Ignorar?...

O que, afinal, na continuidade pura e simples das horas, será mais conveniente ao bom andamento dos nossos interesses mais ou menos imediatos, à nossa convivência com os que nos acompanham no contexto de vida cotidiano?

Alcancei e alcançarei os meus intentos?

E o raiar dos dias e de cada primavera nos envolve com a renovação constante da vida latejando em nós e em tudo o que nos cerca. Assim como cada começo de estação, com suas nuances e humores, nos propõe situações sempre inéditas! Assim como, após o inverno de cada fugaz existência material, despertaremos num amanhã perene; na mesma continuidade pura e simples, cheia de atividades e surpresas, na qual tudo será exato!
 

Tudo será oportuno ao nosso aprendizado.

O Criador, perfeito e equânime na regência do equilíbrio estupendo do vasto Universo acima de nós, não erraria na mão justo na administração essencial de nossas pequenas vidas! Então, apesar e a despeito das dúvidas, dos temores, daquelas nossas ansiedades mais ocultas... não há porque não confiar, não esperar!

Há que se cultivar a fé - mas não somente por crença cega e pueril. E sim porque fatos concretos nos demonstram, a cada dia, a maestria do renascimento eterno de todos e de tudo, acima de todos os acontecimentos, sejam os melhores, sejam aqueles (de nossa ótica limitada para perceber o benefício prático de tudo) piores!
 

O que for... O que vier!

A Vida não erra a mão, meus caros leitores!

Se for para o bem, acontecerá!...

terça-feira, 3 de maio de 2011

O MAIOR CASO DE BULLYING DA HISTÓRIA


Acho que foi na primeira Bienal de que participei lançando meus livros psicografados que dei a sorte de comparecer no mesmo dia em que também lá estava o Ziraldo, de quem sou fã desde criança.

Eu colecionava todos os almanaques da Turma do Pererê, e ainda meu filho mais velho chegou a lê-los. E como as Bienais são uma espécie de paraíso na Terra para amantes da leitura, em sendo convidada pela editora para autografar em duas tardes, aproveitei para dedicar o máximo possível do tempo ao evento, chegando mais cedo, e me deliciando pelas muitas avenidas agitadas onde leitores, editoras e autores compartilhavam as novidades do maravilhoso universo dos livros.

Numa das avenidas, num cercadinho, com fãs infantis ou adultos para além dos limites permitidos pela segurança do autor, lá estava Ziraldo fazendo o seu lançamento. Sorridente, com seus assessores e amigos, recebia alguns leitores que queriam autógrafos, posava para algumas fotografias. E eu, autora modesta, em início de carreira, com um ou dois livros publicados, lá me detive por breve momento, admirando a cena, e aproveitando também para registrá-la, como todo bom visitante, com a máquina de meu celular.

É bom ser querido assim! Indizível, esta sensação de que o nosso trabalho é bem recebido pelo público, e que lhe presta benefícios. Bom, também, ser estimado deste mesmo público, que acata e se encanta com o produto de nossa atividade literária, comentando, ou mesmo tecendo críticas úteis ou favoráveis. Hoje, um pouco mais adiante daquele começo, posso dizer com prazer que conheço a sensação. Porque nada compensa mais o autor do que esta troca enriquecedora com leitores de variadas procedências, já que assim também crescemos como pessoas. Conhecemos uma gama enorme de indivíduos com as suas origens culturais, idiomas, pensamentos e percepção de vida, e, consequentemente, de nosso trabalho. Disso tudo, portanto, a lição maior extraída é a da humildade, perante a grandiosa diversidade da vida.

Mas o que isto tem a ver com o mencionado no título deste texto - o maior caso de bullying da história?

Amigos, alguém, um dia, também colheu os louros justos pelo seu trabalho, que em toda a história de nossa civilização ocidental nos compareceu como o mais revestido de importância, de validade, de luz!

Durante algum tempo, muitos que foram devagar se apercebendo do que acontecia acorreram a conhecer quem era o autor daquelas obras espetaculares de que se falava em todo canto de uma determinada região do mundo: prédicas de consolação sem igual. Curas! Auxílio e amor incondicionais, a quem quer que o buscasse em busca de algum lenitivo...

Tratava-se de um ser tão diferente dos demais, por conta destas atitudes inéditas, das idéias de vanguarda que defendia, favorecendo principalmente a gente simples daqueles tempos, que, a partir de certo ponto, todavia - e ao cair a ciência da presença daquele homem no domínio de outros, da casta mais favorecida da época - começou a incomodar!

Sim! Aquela diferença em seu comportamento, todo pautado em amor e compaixão dos sofredores, dos mais simples, começou a incomodar, principalmente aos poderosos daqueles tempos! Pois que suas palavras e atitudes ensinavam a igualdade de todos perante a consideração de Deus. Ensinava aos indivíduos sedentos de esperança, vindos de todos os recantos daquelas terras longínquas, que não deveriam depositar todo o sentido e objetivo da existência nas coisas ilusórias e que seriam fatalmente, mais cedo ou mais tarde, corroídas por traças. Dizia-lhes que deveriam dar a César o que a César pertencia, e a Deus o que era de Deus, apontando a inutilidade de investirem demasiado e exclusivamente nas coisas deste mundo - que esta postura, portanto, fosse deixada aos que dela se nutriam e que por ela se orientavam, pois os aos mortos deve ser entregue o enterro dos mortos. A Vida viva, que repousa na qualidade de nossas atitudes, contudo, deveria ser almejada por todos que já se viam fartos e exaustos destas miragens enganosas!

Vinde a mim todos os que estais cansados e oprimidos, pois eu os aliviarei... Mateus 11;28-30

Pois a diferença incomensurável existente entre estas anotações e o que, ao contrário, era defendido e realizado pelo farisaísmo míope da época, sob o peso do constrangimento romano, começou a incomodar demais. Quem, pois, era aquele homem que se atrevia a fazer apologia de um segundo Reino dentro de um reino institucionalizado já existente?! Conveniente às autoridades, sentindo-se ameaçadas pela popularidade sem precedentes de Jesus, considerar as coisas assim! Aquilo seria o pretexto perfeito para se agir, para se abrir fogo - e logo!

Quem, portanto, era aquele homem que se atrevia a se declarar o Messias?! Que alegava direitos a um reino, vindo ameaçar o poder estabelecido, as representatividades consolidadas do próprio imperador romano?!

Alguma coisa deveria ser feita, e rápido. Ou aquele homem enigmático, incompreensível, que só respondia com solene e altivo silêncio às perguntas insidiosas que lhe lançaram no interrogatório infamante, acabaria por acossar o povo a algum levante contra o governo, que, dada as proporções supostas, seria difícil de se debelar!

Criara-se, assim, o ardil, para o maior caso de bullying - de perseguição insidiosa e execução por tortura - já havido em toda a história da humanidade!

Todavia, meus amigos, qual foi a atitude do Cristo, frente a estas infâmias?

Revidou à altura?! Desceu da indescritível altitude espiritual de que já era portador para se nivelar aos seus algozes, com ataques físicos ou verbais de quaisquer ordens?!

Sim - outrora, nalguns instantes, frente aos fariseus hipócritas que buscavam distorcer intencionalmente o sentido de seus apontamentos, indicara-os com firmeza como sepulcros caiados, cheios de podridão por dentro - guias cegos, que nem entram no Reino dos Céus, nem permitem que outros entrem, em distorcendo à visão e entendimento do povo para o verdadeiro sentido das coisas de Deus.

Todavia, não agiu assim no momento do testemunho. Porque, ali, não se tratava de defender a autenticidade daquelas verdades com palavras diante da multidão - tratava-se de defender a Verdade com a atitude definitiva, que viria validar, com silêncio, sofrimento e sangue que o que distancia o anjo do homem vulgar é, sobretudo, a firmeza eventualmente muda, porém sólida, do exemplo!

Deste exemplo que, até aos dias de hoje, mais de dois mil anos depois, se revalida, a cada dia, quando, diante da fenomenologia social tida como inédita e rebatizada de bullying, vamos dolorosamente resgatando a conclusão de que nada se modificará nos panoramas sociais do mundo enquanto não prevalecer em mentes em corações o entendimento de que nossas atitudes perante o próximo devem ser pautadas, em nosso próprio benefício, quanto para o bem de todo o planeta, em compreensão e amor!

E não há outro caminho!...



domingo, 10 de abril de 2011

A DOR QUE DÓI NOS DOIS MUNDOS...



Esses dias me lembrei da cena do filme As Mães de Chico Xavier, no qual é proferida uma de suas máximas:

- ...A saudade é dor que dói nos dois mundos!...

Entrei em estado de desprendimento espiritual, me recordando com melancolia da tragédia acontecida há pouco com meninos e meninas na flor da idade, no Rio de Janeiro. E, aos poucos, me senti transportada para cenário de enlevo, em local praiano - mas, certamente, não deste mundo!

Lá, me reconheci mais jovem, como é praxe em nossas visitas rápidas ou quando de nossos retornos para as paisagens da Vida definitiva. Vestia traje branco; um vestido, e usava flores em tiara nos cabelos.

Caminhando por ali, com os meus pés entre as águas frescas das ondas do mar que se agitava em perfumes e rumores reconfortantes, trazia ainda no estado de espírito a mesma melancolia que me dominava ao entrar naquele transe, aqui, no âmbito material, enquanto ouvia, distraída, a música em estilo celta executada por um grupo agradável de instrumentistas acomodados nas areias ali por perto, como num acolhedor acompamento de veraneio.

Parecia-me uma tarde ensolarada, repousante. O único rumor audível era o dos ventos misturados ao ir e vir das ondas espraiando-se nas areias macias; quando, de repente, alguém se aproximou, tomando-me gentilmente pela mão.

- Faz muito tempo que você não dança um pouco. Venha comigo... - pronunciou a voz grave e agradável, fazendo com que me voltasse e reconhecesse logo, com enlevada surpresa, a presença do meu mentor desencarnado, Caio Quinto, o autor de nossos livros, há quem já há um longo tempo não deparava assim, de maneira tão direta.

Puxou-me amavelmente para perto do grupo, enquanto ainda me demorava a me perturbar com o que acontecia, buscando, como sempre, - e como é usual acontecer enquanto reencarnados - explicações plausíveis para o fato, porque guardava clara a recordação de me achar ao mesmo tempo em dois lugares: ali, e no sofá de minha casa, em estado de repouso, durante uma tarde silenciosa de fim de semana, na minha residência no Rio de Janeiro.

Para a minha ainda maior admiração, em iniciativa até então inédita desde que passei a conviver via mediunidade com este meu tutor amorável durante a presente trajetória material, trouxe-me gentilmente para si, e se pos a dançar comigo aquela melodia maravilhosa, entoada em instrumentos cuja definição se me torna difícil de traduzir em palavras.

- Você precisa dançar ou cantar, de vez em quando... - sorria-me, jovial - Ajuda a dissipar estes estados de  melancolia...

Mas eu me mantinha na mesma disposição, agora de mistura com a franca emoção experimentada pelo lugar paradisíaco onde fora ter de inopino, e pelo que me acontecia, na presença deste que durante todo o tempo tem se manifestado como meu fiel protetor e mentor pessoal e familiar, durante os desafios da jornada terrestre.

- É difícil para a mente assimilar acontecimentos deste teor! - confessei a ele, em linguagem aparentemente mental, os olhos ainda úmidos, desviando-os ao acaso para o mar caldaloso, rebentando próximo a nós - Nosso psiquismo não encontra razões que justifiquem o fato de forma satisfatória. Tudo parece fruto de um grande caos, lançando a todos em dolorida sensação de desamparo frente a estas manifestações desnorteadoras da incúria humana!...

Mas, olhando-me de dentro de sua grande serenidade e ternura habitual, ele me sorria de leve, levando-me de mansinho naquela dança gentil nas areias úmidas.

Ouvia-me com atenção e desvelo; mas parecia considerar a situação de um outro prisma. Assim, começou, a entonação de sua voz grave e cariciosa, tão familiar ao meu espírito, alcançando-me diretamente no âmbito da mente e do coração, marcante, inesquecível:

- Olha o vai-vém das ondas que lavam incessantemente as areias, e imagine que cada um desses minúsculos grãos tem vida própria, qual a nossa, e apreciam o contato mútuo e a convivência entre si... a cada ida e vinda, as águas impetuosas carregam incontáveis deles para destinos desconhecidos. Para compor outros cenários e acontecimentos na ordem da Vida, em transformação constante! E entenderá que isso não difere muito do que acontece com os movimentos de natureza variada que, em ritmo incessante, também nos deslocam, a todos nós, para destinos diversos!...

Eu dirigi a ele o meu olhar curioso ante a idéia inspirada, talvez mais alentado, e tomado por renovado brilho. Ele, notando isso, prosseguiu:

- Como estes grãos de areia que aqui permanecem, e se pudessem eles se dar conta da ausência dos que se foram, também lamentariam a sua partida, querida, ignorando o paradeiro de todos na imensa orquestração do Oceano! É como acontece conosco, tanto lá, onde você por enquanto estagia, na despedida da morte corporal, quanto por aqui, quando nossos amores e afetos partem temporariamente para as vivências inéditas no aprendizado às vezes árduo da materialidade!...

E deitando-me olhar profundo e comovente, o sorriso amoroso ainda imóvel em seus lábios, após apor-me leve beijo na fronte, concluiu:

- Também senti a sua partida, desta última vez em que se foi para a sua nova estadia física! Todos nós sentimos! Mas sabemos, daqui, que tudo continua, e que a sua volta para nós, em época oportuna, é simplesmente fato líquido e certo, com o qual podemos contar! E então, todas as razões pelas quais todos se foram ou vieram; todos os acontecimentos, de quaisquer qualidades sejam, que tenham motivado a partida e a chegada, haverão de tomar um segundo plano na ordem das coisas! Porque o essencial, minha querida, é a continuidade da Vida, pura e simples! Para todas aquelas crianças e os seus familiares, que por agora tanto sofrem; e para todos nós... e arrematando, enquanto parávamos um pouco, ao fim da melodia tocante entoada próxima de onde estávamos, entrelaçando-me, afetuosamente, as mãos - Assim, apenas esperemos! Pois um dia todo o ansiado entendimento e reconforto virão, em situação melhor, mais apaziguada! Mais adequada à devida compreensão de tudo!...

A última lembrança que guardo é a destas palavras proferidas carinhosamente, sob os ventos amenos daquela tarde luminosa diante dos mares das mais altas esferas. E a do olhar amoroso de Caio Fábio Quinto, contemplando-me como a uma criança temporariamente desalentada, e abraçando-me, por fim - sabendo que tudo ocupa o seu lugar e o seu momento certo para cada um de nós, nos fluxos e refluxos dos movimentos da Vida; e procurando, devotadamente, aproveitar aquele curto instante de reencontro para reavivar em meu espírito transitoriamente desorientado esta certeza.

- Também senti a sua partida... - o mentor querido me afiançou, com tocante emotividade.

A saudade é dor que dói nos dois mundos!

Mas não para sempre!

Só por agora...

domingo, 3 de abril de 2011

ENTRE NO PERSONAGEM!


Qual personagem escolheu para vestir ao renascer para esta vida passageira na esfera física?

E hoje, pela manhã?...

A escolha é sempre sua! Não há fatalidades, apesar das tendências de origem cármica!

Em Nosso Lar, vimos André Luiz se reformulando e revendo conceitos que melhor o situassem na acolhedora estância da Vida Espiritual que o socorreu após sua passagem pelo umbral.

Foram justamente as suas tendências pouco adequadas à sintonização com uma esfera melhorada da espiritualidade que o magnetizaram temporariamente àquele local de rudes conflitos e expurgos. E assim acontece, matematicamente, com todos nós.

Assim como o médico orgulhoso de outrora teve que se refazer como pessoa para atrair a si mesmo condições mais confraternas, mais felizes, de existência, após a passagem para o mundo dos espíritos, também efetuamos, sem perceber, nossas escolhas de momento a momento, aqui mesmo, criando, com isto, cada minuto de nossos dias. Na maior parte do tempo, no entanto, de forma inconsciente para com o mecanismo das leis que nos regem os destinos.

E estas leis naturais, simples mas imperiosas, são nada mais do que as leis de sintonia!

Portanto, qual o personagem no qual você está entrando, neste exato momento?

Descontrola-se com facilidade diante das impertinências de um marido, esposa, pai ou mãe, abandonando-se ao ímpeto da ira e das emoções desagradáveis que, por invigilância, muita vez nos estragam todo o decorrer de um dia? Ou escolhe como agir ante a situação difícil, buscando soluções viáveis para o benefício mútuo - talvez recolhendo-se em preces ou em meditação produtiva, que o tire de cena por um instante, para depois ser inspirado por aquela Luz que o tempo faz brilhar, fielmente, auxiliando-nos nas ações mais apropriadas a cada desafio que nos defronta?

Em qual personagem tem escolhido entrar minuto a minuto de suas horas e semanas? No do insensato que se deixa dominar pelo descontrole emocional, ou no do sábio que, reconhecendo existir para cada problema ou situação a solução mais adequada, investe na maior cota de serenidade que lhe seja possível para cada lance do cotidiano, apostando nas mudanças contínuas que certamente nos trarão alento e resultados?

Então, se, de dentro de sua condição humana, reconhece-se momentaneamente desnorteado ou entregue às vagas impetuosas do desatino ou do desarvoramento, pare um pouco. Respire, saia de cena! Permita breve momento na contemplação pura e simples do sol, do mar, dos ventos, ou do vagar sonolento das nuvens mudando de forma a cada segundo. E diga a si mesmo que você, exclusivamente, se acha no controle de tudo, a partir do simples modo como reage aos acontecimentos!

Sofreu injustiças e agruras imerecidas no meio profissional? Reflita que pagamento maior não há para o justo do que uma consciência tranquila ao final de um dia! Por outro lado, no recesso de sua consciência reconhece-se como o causador de algum malfeito que tenha atingido desfavoravelmente o seu semelhante? Então, não desperdice um só minuto em reconhecer que os grandes de espírito não são os agressores, ou os que se beneficiam ao custo do prejuízo do seu próximo - mas qualquer um que, a tempo, caia em si e, por atos, faça por onde mobilizar boas atitudes a favor do prejudicado, senão com o devido pedido de perdão, com gestos - que sempre falam mais aos corações do que qualquer palavra!

Deprimiu-se ante os quadros comumente desanimadores do mundo atual? Mas reflita e descobrirá rápido que certamente tem muito, mas muito mesmo, a agradecer à Vida diariamente! E isto lhe transmutará o ânimo! Pela visão, quando tantos já nascem sem o lume das janelas da vida! Igualmente pela audição, pelo tato, pelos dons da locomoção e da fala! Pela oportunidade de trabalho, por mais humilde que seja - quando tantos morrem diariamente na indigência e na miséria! Pelo convívio com a família, ou com um grande afeto que seja, quando muitos se acham na sarjeta das ruas, sem o arrimo de um colo sequer! Pela água para beber e se banhar em dias de calor; pelo assento confortável, pela condução que se pode pegar até o amigo afastado; pela oportunidade de se rir de uma piada ou de se inebriar ante a majestade das montanhas!

Gratidão... a melhor frequência de abundância, de amor, de felicidade que podemos sempre irradiar à Vida, sem nenhum custo - e que nos magnetiza matematicamente mais e mais razões para agradecer e se felicitar!

Assim, em qual personagem escolhe entrar? Sim! Não apenas com o começo da trajetória física!

Qualquer momento é adequado para se despertar para a verdade de que a escolha, pura e simples, é a maior chave para modificar a nossa realidade, de algo apenas fatalista, noutra sempre feliz!

É por isso que procuro escolher, todos os dias, entrar num personagem da Luz - aqui, agora, e assim para sempre!...